Consulte as noticias já disponiveis da nossa Gala

Domingo, 6 de Julho de 2008

Grande Gala 2007/2008

Sacavém , 5 de Julho de 2008

  

 

Decorreu no passado dia 5 de Julho de 2008 a Grande Gala 2007/2008.
Após todos os preparativos, e um grande empenho dos diversos elementos da Associação de Pais, ajudados por alguns Professores da nossa escola, chegou o grande momento, o nosso pavilhão estava cheio, entre alunos, professores, funcionários, familiares dos alunos premiados, entidades oficiais, estavam mais de 500 pessoas presentes.
Foi com grande satisfação, que fomos distribuindo os prémios pelos alunos entre homenagens e actuações lá foi decorrendo a nossa festa com grande ritmo.
O movimento nos bastidores para que tudo corre-se como previsto era bastante grande , e os apresentadores de forma exemplar foram improvisando momentos uns a seguir aos outros, os alunos esses iam irradiando alegria, os mais novos com grande apreensão pelo primeiro contacto com a aquela que virá a ser a sua escola, os outros já habituados iam demonstrando grande alegria e uma ansiedade natural pela sua vez de subir ao palco.
No final e após terem passado pelo palco mais de 100 premiados , a satisfação de missão comprida foi conseguida, e a vontade de continuar sai bem reforçada.
Agora que mais esta etapa foi conseguida resta-nos agradecer a todos os que tornaram possível esta iniciativa entre eles os nossos “meninos e meninas” do Staff , que ao longo de dois dias tanta alegria deram á iniciativa.
Obrigado a todos os presentes , foram fantásticos.
Diversos momentos da nossa Festa
Homenagem á Dr.ª Luisa
Homenagem á Dr.ª Maria de Jesus Romão
Homenagens Diversas
Divulgação da instituição contemplada com a verba angariada com a venda dos quadros de Natal
Concurso Literário

Recepção aos convidados e decoração da sala

 

 Espectáculos Apresentados

Troféus Atribuidos

publicado por Paulo Condesso às 23:30
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Divulgação da intituição

Foi divulgada a instituição que irá receber a verba angariada , essa intituição foi o Projecto Esperança , que resolveu dividir a verba com a outra instituição , recebendo assim 180 euros cada instituição aproximadamente

 

Desta forma foi mais uma vez demontrado o enorme caracter e o papel importante que estas instituições desempenham junto das populações carenciadas .

Da parte da nossa Associação o objectivo de divulgação foi amplamente conseguido.

 

Parabéns ás duas instituições , pelo seu desempenho.

 

Projecto "Á Bolina"

Projecto "Esperança

 

A divulgação da Instituição contemplada

 

As representantes das Intituições

 

As representantes das duas instituições a dividir a verba.

 

Drª. Marina a divulgar a divisão da verba

 

 

 

 Mais uma vez , o nosso obrigado pela generosidade demonstrada a ambas as instituições.

publicado por Paulo Condesso às 23:27
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Homenagem á Dr.ª. Luisa

 

Começámos a nossa festa por uma homenagem mais que justa, á Dr.ª Luisa.
No próximo ano lectivo a Dr.ª Luisa deixará de fazer parte dos activos deste agrupamento uma vez que atingiu a idade da merecida reforma, no entanto esperamos sinceramente podermos contar com ela na nossa festa durante muitos mais anos, além disso aproveitámos ainda a ocasião para lhe cantar os parabéns , pois este era o dia do seu aniversário.
Mais uma vez os nossos parabéns e os nossos agradecimentos por todo o que tem feito, pela nossa comunidade escolar.
publicado por Paulo Condesso às 23:22
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Homenagem de Aluna à Dr.ª. Maria de Jesus Romão

 

A Aluna Carolina Barata da turma 6º D solicitou á Associação de Pais que pudesse declamar uma poesia á sua Mãe e á sua Professora de Língua Portuguesa, sendo este mais um dos momentos altos da nossa festa.

 

 

Obrigado Carolina pelo momento que nos proporcionaste

 

publicado por Paulo Condesso às 23:20
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Recepção aos convidados e decoração do Pavilhão

A recepção aos convidados foi feita pelo nosso STAFF (um grupo de alunos do 9º ano da nossa escola convidados para o efeito)

 

 
 
 
 
A decoração da Sala foi realizada pelos membros da Associação de Pais com a ajuda dos professores de Educação Visual da nossa escola, a quem deixamos o nosso muito obrigado.
 
 
publicado por Paulo Condesso às 23:05
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Homenagens

 

Homenagens diversas
A Associação de Pais não podia deixar de agradecer a todos os que ao longo do ano ajudaram esta Associação a atingir os objectivos que nos propusemos.
 

Em primeiro lugar, um enorme bem haja a todos os alunos que colaboraram , com a Associação de Pais na realização desta festa. Um agradecimento especial ao Edmar pelas palavras de preço que teve para com os elementos desta Associação , são momentos destes que nos dão mais força para continuar.
 
A Associação homenageou a Isabel (Bélinha), por tudo o que tem feito pelos alunos desta escola e o apoio incondicional que ao longo dos anos tem dado á nossa Associação.
 
Uma palavra de apreço por todos os professores que colaboraram com a Associação de Pais na realização da festa.

 


A escola é composta por vários elementos, aqueles que vamos distinguir em seguda muitas vezes passam despercebidos, mas todos os alunos os conhecem muito bem e é a eles que recorrem todos os dias, são os nossos auxiliares de educação educativa, os funcionários administrativos e os seguranças, para eles o nosso bem haja , pela sua dedicação.
 
Texto inscrito na placa oferecida aos funcionários administrativos, auxiliares e seguranças
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém homenageia todos os Funcionários Administrativos, Auxiliares e Seguranças, pela sua dedicação e colaboração ao longo do ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais
Este ano foi sem duvida um ano muito complicado, e só a grande qualidade dos nossos professores tornou possível o êxito dos nossos educandos, é para eles todos sem excepção que vai o próximo prémio e a nossa sentida homenagem.
Texto inscrito na placa oferecida aos professores
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém homenageia todos os Professores pelo seu empenho e dedicação durante o ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais
Muito do que esta escola é deve-o a quem está todos os dias responsável por decidir os destinos e as regras com que a escola é gerida, esta é uma tarefa muito complicada, mas sem dúvida o êxito tem sido total. Nós associação de Pais agradecemos a forma empenhada como as doutoras, Piedade, Luisa, Isabel Milheiro e Lucília Lopes tem vindo a gerir esta escola e a excelente relação que mantemos tem que ser realçada.
 
 Texto inscrito na placa oferecida aos elementos do Conselho Executivo
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém homenageia todos os Elementos do Conselho Executivo pelo seu empenho e dedicação durante o ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais

Sempre que as dificuldades apertaram foi a esta porta que fomos bater em primeiro lugar, sem dúvida que este foi um dos nossos maiores apoios ao longo deste ano lectivo, a excelente relação que temos mantido com o Presidente da Junta de Freguesia de Sacavém leva-nos a deixar os nossos maiores e sinceros agradecimentos, por tudo o que tem feito pelos alunos desta escola.
Obrigado Sr. Presidente Fernando Marcos
 
Texto inscrito na placa oferecida á Junta de Freguesia de Sacavém
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém Homenageia a Junta de Freguesia de Sacavém na pessoa do Exmo. Presidente Sr. Fernando Marcos pelo apoio incondicional demonstrado durante ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais

Agradecemos de igual modo o apoio da Junta de Freguesia do Prior Velho pela colaboração ao longo do ano.
 
Texto inscrito na placa oferecida á Junta de Freguesia de Sacavém
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém Homenageia a Junta de Freguesia do Prior Velho pelo apoio incondicional demonstrado durante ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais
Por fim e porque os últimos são sempre os primeiros os nossos agradecimentos, àquele que um dia também foi aluno desta escola, um amigo interessado nos destinos desta instituição, e uma equipa sempre pronta a colaborar.
Ao Ricardo Leão e a toda a sua equipa ficam os nossos agradecimentos.
 
Texto inscrito na placa oferecida á Vereação da Câmara, na pessoa do Sr. Vereador Ricardo Leão
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Bartolomeu Dias em Sacavém homenageia o Exmo. Sr. Vereador da Câmara Municipal de Loures Ricardo Leão e toda a sua equipa pelo apoio incondicional demonstrado durante ano lectivo de 2007/2008
 
                                                                              Associação de Pais
publicado por Paulo Condesso às 22:43
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Troféus Atribuidos

 

 

 

Foram atribuídos mais de 100 troféus a alunos , e individualidades.

 

Os troféus atribuidos foram os seguintes:

 

 

Melhores Alunos - Foram atribuidos troféus aos dois melhores alunos de cada turma da nossa escola e a todas as turmas do 4º ano do 1º Ciclo de todo o agrupamento. Num total de 88 troféus.

 

 

 

Alunos de mérito - Foram atribuidos a todos os alunos que os professores entenderam serem merecedores desse destaque pelo seu comportamento , dedicação e empenho.Num total de 70 troféus

 

 

 

 

Concurso Literário

Os 3 primeiros classificados receberam 3 fantásticos troféus de tamanhos diferentes , com a respectiva classificação alcançada.

 

 

Troféu atribuido aos classificados entre o 4 º e o 15º lugar no concurso literário

 

 

 

Troféu de homenagem atribuido ás instituições e personalidades que no entender da nossa Associação foi merecedor deste destaque.

 

 

Foi ainda oferecidos a todos os alunos premiados um saco ecológico  com um lanche , e um saco com diversas lembranças.

 

  

 
publicado por Paulo Condesso às 22:00
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1º Classificado

1º Classificado

Texto º 2
Titulo: Também tenho dias…
Marco António Baltazar dos Santos
68 Pontos
 
O despertador soou como uma sirene. Estava de facto exausto. A noite anterior tinha sido esgotante.
O meu avô tinha sido enterrado no dia anterior. E a noite parecia não chegar ao fim. Parecia que estava a ter um pesadelo, mas era necessário reagir, pois tinha um dia longo pela frente. Era o dia de avaliação de Ginástica, de Geografia e História.
Isto não me podia estar a acontecer. Não era justo. Não era justo ele ter sofrido tanto com aquele cancro nos pulmões, muito menos justo era o facto de eu ter que ir à escola, ainda por cima três testes… Era demais! Demasiado esforço me foi pedido e eu não sabia se ia ser capaz. Simplesmente não me conseguia abstrair da imagem do meu avô, dos dias felizes que vivi com ele. Até foi ele que me ensinou a fazer moinhos de vento para EVT, enfim tudo me vinha à memória. Apetecia-me ficar a dormir e a sonhar com ele. Mas não podia. Olhei-me ao espelho e fui para o duche. Já ia um pouco atrasado, mas cheguei antes do segundo toque. Começava bem o dia, à primeira hora ia ter teste de Geografia. Boa! Estava feito, não tinha tido cabeça para decorar a matéria, era muita coisa para a minha cabecinha de menino. Sim, de menino, era assim que me sentia mesmo sabendo que tinha 14 anos e tinha era mais que ser um rapaz. Mas não, não me apetecia deixar a imagem daquele menino que tinha tido um avô e que sentia orgulho das vezes que ele o vinha buscar às 18.30. Na altura não gostava assim tanto, pois significava que era pequenino, mas agora…Agora dava tudo, até mesmo todos os meus jogos para que esse tempo voltasse. Agora entendia o refrão da canção que ele tanto gostava, ( “ Ó tempo volta pra traz”) nem sei quem cantava isto, mas foram imensas as vezes que ouvi.
A professora entregou os testes sem dar um sorriso, isso fez-me pensar que ela naturalmente assim como eu podia ter tido uma noite semelhante, com os problemas dela. Agora entendia melhor o semblante fechado de certas pessoas, de facto toda a gente tem problemas, era algo que hoje se tinha tornado mais claro para mim.
Ouvi o toque de saída, tinha que entregar o teste e não tinha corrido nada bem. Não me lembrava de nada. Tive uma “branca”. Passei o tempo todo a vaguear e absorvido em recordações. A nota ia baixar com certeza, isso deixou-me mais triste ainda. Porquê? O tempo devia parar e só recomeçar quando eu me sentia-se normal e recuperado desta tristeza.
No intervalo, o Júlio percebeu a minha cara e tentou-me animar com uma anedota. Era porreiro o Júlio. Sempre disposto a ajudar. E eu para não o deixar ficar mal lá me ri mas, sem qualquer vontade. Fomos ao bar comer um folhado de salsicha e um queque. Apetite não me faltava, graças a Deus. Ao menos isso.
Mas como um mal nunca vem só, o teste de História estava a dar comigo em doido. A professora era espectacular e astuta pois percebeu que eu não estava bem. Quando tocou, entreguei o teste com a lágrima no olho, fazendo um esforço enorme para não a deixar cair. Que vergonha que era se a lágrima rolasse pelo rosto. Corri depressa para a casa de banho. Ali já podia ser eu! Passei ali o intervalo. Como ele me fazia falta!
A aula de Português pareceu-me uma eternidade. Faltava-me o ar, as pernas tremiam. Estava nervoso. Quando deu o toque apressei-me a guardar o livro e o dossiê. Nem reparei que o estojo tinha caído. O barulho que uma turma inteira faz na hora de saída é realmente estrondoso.
Estava no pátio e vi a D.ª Ester a vir direito a mim com o meu estojo na mão. Por sorte eu tinha o meu nome escrito e ela conhecia-me bem. Há já três anos que eu andava naquela escola e já éramos toda uma família. Agradeci-lhe e dei-lhe um beijinho. Que boazinha era a D.ª Ester. Ela tinha sensivelmente a idade do meu avô. Tinha que ser, lá estava eu. Tudo o que via me fazia lembrar dele. O meu pensamento foi interrompido pela queda aparatosa da Rute. Bem! Foi uma senhora queda. Tivemos que levantá-la do chão. O curioso foi que ninguém se riu. Assim é que é. Não se goza com estas coisas. Podia se ter magoado a sério. Aquelas escadas já mereciam um arranjo. Ouvimos o toque e entre tês lá levámos a Rute ao colo. Íamos ter aula de ginástica e ainda por cima era avaliação. A Rute já tinha o dia feito com a queda que deu e eu parecia que me tinha passado um comboio por cima. Estava super cansado. Não estava preparado para dar o meu melhor nos exercícios e isso veio a demonstrar-se depois. A minha prestação nos exercícios foi um fracasso. O Professor abanou a cabeça. Claro que ninguém sabia do meu dilema, da minha tristeza. Eu optei por não contar a ninguém, só o Júlio sabia. É um grande amigo, um companheiro.
Finalmente o dia chegou ao fim. Corri para casa. A minha mãe esperava-me na janela com um sorriso. Ela bem tentava disfarçar. Era indisfarçável aquele olhar de tristeza, de vazio. Abracei-a, sentindo que por ela eu tinha que ser forte. Ela precisava de mim. Por momentos senti que o tempo tinha parado e houve um silêncio profundo. Ela olhou-me e disse-me: - “ Anda meu filho, a comida está na mesa.”
Senti-me o miúdo mais amado do mundo. Ela era o meu pilar. Nesse momento pedi a Deus para nunca me levar a minha mãe, eu não ia aguentar.
 
publicado por Paulo Condesso às 21:16
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2º Classificado

2º Classificado

Texto nº 30
Titulo: Retalhos de uma escola
Ricardo Jorge Da Cunha Delgado

61 Pontos

 

 

Já tínhamos as mochilas prontas á espera que suasse o ultimo toque do dia. Pelas janelas notava-se alguma agitação lá fora. Estávamos curiosos mas a professora fez-nos esperar pelo toque, apesar de há muito ter deixado de dar matéria. O Evandro havia feito das dele, mais uma vez. Já se havia tornado um hábito em quase todas as aulas; dependia muito do limite de tolerância que cada professor estabelecia. Só á primeira hora é que foi expulso logo no inicio da aula, parecia mesmo que estava a pedi-las. Nas outras, apesar de ter estado bastante agitado, manteve-se em sala. Na ultima hora também não foi convidado a sair , mas recaíram sobre ele as culpas da matéria ter ficado a meio e de ter prejudicado os colegas. Acho que este tipo de pressão não encaixa muito bem em colegas como o Evandro.
                Quando saímos da sala de aula o Germano já sabia o que se passava. Deslocou-se rapidamente para junto do Evandro e descemos junto as escadas.Á porta do nosso pavilhão estavam já quatro rapazes de outra turma que ali aguardavam pelo Evandro e pelo Germano. O grupinho juntou-se rapidamente e começaram a falar em voz baixa. De repente reparei que se dirigiam para o pavilhão desportivo, não sei o que iriam fazer.
                -Germano, onde vão? – Ainda perguntei, enquanto se afastavam.
                -O que se passa? – Não me respondeu e eu continuei o meu caminho, juntamente com os restantes colegas , em direcção á saída. Enquanto descíamos reparámos que estava um carro da policia estacionado ao portão da escola. Não era da Escola Segura como estávamos habituados a ver, quase que diariamente , mas sim um azulão.
                Um dos polícias falava com o director da escola e com o Sr. Vitor, o porteiro. Já tinham identificado o aluno e pelo que me apercebi ele teria usado uma faca de cozinha, logo á primeira hora da tarde, para roubar um HiPod de um colega de outra turma. Este reagiu e terá ficado ligeiramente ferido. Apresentou queixa e o cenário estava montado.
                Segui na mesma direcção que tomo todos os dias no regresso a casa. Era já noite mas pareceu-me ver ao longe, nas traseiras escola, já fora da vedação, o Evandro a esgueirar-se sozinho. Haviam se separado após terem saído da escola por trás do pavilhão desportivo, pensei , para mais facilmente se misturarem na noite que já havia caído.
Parte 2
                -Passa a bola, João! – Gritei mais uma vez procurando desmarcar-me. Ele pareceu não me ouvir e seguiu com a bola endereçando-a a outro colega.
                -Aqui, solta a treta da bola ,Nelson! – Berrei novamente sem que o meu esforço tenha produzido qualquer efeito. Desisti, éramos apenas quatro contra quatro e eu apenas tinha direito a tocar na bola quando a conseguia recuperar. Dirigi-me para junto dos outros colegas, sobre o olhar repreensivo do professor.
                - O que se passa contigo José? – Lançou a pergunta enquanto eu me sentava junto do Rui.
                - O professor não vê? Ou prefere fazer de conta que não vê? - respondi-lhe de imediato sem meditar. Talvez lhe deve-se ter dito que sai do campo porque estava a ser completamente ignorado pelos colegas de equipa. Talvez lhe deve-se ter dito que existem variadíssimas formas de se praticar racismos, mesmo numa equipa composta por quatro colegas de raça negra. Mas preferi fazer uso da falta de educação.
                De imediato o professor mandou entrar para o campo outro colega que me substitui-se, mas não sem antes se virar na minha direcção: - mais tarde conversamos – disse, irritadíssimo -, a sós, no final da aula. – Simplesmente ignorei-o.
                O Rui, colega habitual de carteira , de raça branca , colocou então a mão em cima do meu ombro esquerdo. Levantei o rosto e rodei-o na sua direcção. Antes que ele abrisse a boca disse-lhe: -Ouve men , nem imaginas a revolta que sinto.
                -Ele apertou-me o ombro com mais força e desabafou: - Não sei porque continuas a não acreditar em mim quando te digo que o maior racismo é aquele que se vive entre colegas da mesma cor.
Parte 3
                “Ñ tens juízo nenhum”. Recebi assim um SMS da Ângela , enquanto a professora descarregava matéria no quadro. Olhei de imediato para ela e a sua cabeça acenava-me com um sinal de reprovação, forçando ao mesmo tempo os maxilares para não sorrir. “K foi?” respondi, “Já ñ axs graca ao k faxo”. Ela voltou a colocar o telemóvel sobre as pernas debaixo da mesa e leu a mensagem. Olhou depois para mim e , no seu ar angélico de menina , sorriu levemente num gesto de aceitação. “Sabes k tenho medo k exas parvoíces k fazes n aula t levem a conselho”. Ela preocupava-se comigo. Gostava de mim , a ponto da minha presença perturbar a aula e ela aceitar essa situação. “Ñ t preocupes cmg ja t dixe”, respondi-lhe de imediato. Eu era responsável pelos meus actos e assumia-os até ao fim. Ela era demasiado importante para mim, mas eu era um líder naquela turma e um líder tem que o demonstrar. De repente a professora aproxima-se da Ângela e, num gesto rápido , tira-lhe o telemóvel da mão. Ela ficou espantada, sem palavras nem reacção. Nós sabemos que não é permitido ter o telemóvel ligado nas aulas mas quase todos os fazem. – Angela – Disse-lhe a professora já sentada na sua secretária - , o telemóvel está aqui em cima. Podes-te levantar , vir aqui buscá-lo e sair da sala de aula. – Ouviram-se algumas bocas do fundo da sala, mas a turma estava tão espantada com a situação que não teve arte nem engenho para se aproveitar do momento. Eu estava incluído.
                A Ângela ainda prenunciou um “mas” antes de desatar a chorar, afundado de seguida a cabeça entre os braços. A colega do lado colocou-lhe a mão por cima da cabeça, tentando confortá-la. Ela levantou-se bruscamente e , com os olhos em lágrimas, dirigiu-se á secretária da professora , resgatou o telemóvel e bateu com a porta da sala de aula.
                Desci as escadas saltando de três em três os degraus que me pareciam eternos dirigi-me para o poço pois imaginava que ela lá estivesse. A Ângela não se apercebeu da minha chegada, até que lhe toquei no ombro.
                - O que fazes aqui, Diogo? – Perguntou-me, levantando o queixo na minha direcção. – Devias de estar na sala …, a aula ainda não acabou!
                - Não te preocupes comigo, já te disse! – Sentei-me junto a ela e, com o braço direito ,puxei-a com imensa ternura de encontro ao meu ombro , beijando-a na nuca.
                - Ser adolescente é isto mesmo, é poder quebrar as regras.
publicado por Paulo Condesso às 21:14
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3º Classificado

3º Classificado

Texto nº 6          
Titulo:O Sonho
Inês Filipa Ferreira Costa

32 Pontos

 

 

 
Sempre foi uma rapariguita reguila e não parava quieta, mas naquele dia estava diferente... Entrou naquele local que até então lhe era desconhecido, fez pontaria com o pé direito ao entrar, talvez achasse que assim ia ter sorte.
Subiu as escadas e foi caminhando, a passos lentos de vergonha e receio, até chegar a um recinto rodeado por quatro pavilhões, achou o lugar onde estava enorme, nunca tinha pensado que fosse assim.
Agarrada à mão da sua mãe, escondendo a cara de todos os desconhecidos, lá avistou alguns dos seus amigos da primária, ela sabia que estavam todos juntos, na mesma turma, mas isso não a tranquilizava muito naquele dia.
Quando chegou a hora de ir para a sala de aula e já só estava rodeada dos seus colegas, muitos deles já conhecidos, o receio pareceu ter-se ido esconder num cantinho da sala bem longe do local de onde ela estava e sentiu-se mais à vontade, afinal aquele ambiente era-lhe familiar, não podia ser tudo assim tão diferente como ela imaginara. E, no fim desse dia, ela sentia-se feliz e ansiosa por voltar aquele lugar, que tantos pesadelos lhe tinha causado, os seus pesadelos tinham acabado de se transformar num lindo sonho!
Os dias foram passando e sempre que voltava aquele lugar já não queria sair de lá, era bom estar ali!
Algum tempo depois, quando já conhecia quase todos os cantinhos do seu sonho, ela começou a deparar-se com situações que a desiludiram, as crianças tinham medo de ir para lá, por causa dos assaltos e “guerrilhas” que os alunos faziam uns com os outros, os pais tinham medo de deixar os filhos na escola, pois nunca se sabia quem iria ser a “vitima” destes desacatos, a televisão e os jornais falavam mal daquele lugar que ela tanto amava, estavam a tentar destruir o seu sonho, mas isso não podia acontecer e mesmo estando rodeada de pessoas que achavam aquele lugar horripilante ela não desperdiçava uma oportunidade para dizer bem dele.
Felizmente, o seu sonho foi salvo devido á humildade, força e coragem de outros que como ela não queria ver aquele sonho estragado! Era um sonho tão bom, para quê estragá-lo?!
E é a isso que inicialmente era um pesadelo, depois passou a ser um sonho e seguidamente um sonho prestes a desmoronar-se a que ela hoje chama com muito orgulho a sua escola, que continua a ser um sonho tão forte que nunca se desmoronará, foi aí que além de aprender a matéria leccionada pelos professores na aula ela aprendeu a amar, a lutar, a sorrir e a continuar a sonhar.
Essa rapariga sou eu, mas tenho a certeza que existem muitas pessoas que tal como eu fazem parte desta história e que são, tal como eu a rapariga sonhadora, alegre e feliz que o aprendeu a ser nesse local, a escola E.B 2/3 Bartolomeu Dias.
publicado por Paulo Condesso às 21:12
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4º Classificado

4º Classificado

Texto nº 10
Titulo:Eu e a minha Escola
Anaide Marlene Cardoso
21 Pontos
 
Sou conhecida por todos. Sirvo para ensinar e também para aprender. Posso tornar-me chata ou até muito educativa.
Quem me frequenta sabe como sou.
Os de fora querem distância, mas também… quem é que gosta de estar sentado a ouvir um professor ou a olhar para um quadro?
Mas faço uma pergunta. Acham que eu gosto de estar parada, não conseguir mexer-me e estar desde o dia em que nasci de pé?
Se eu pudesse andar, não cá estava, pois adoraria conhecer o que está à minha volta.
Mas não posso, tenho de estar ao dispor de toda a gente, tanto os que me adoram como os que me odeiam.
Porquê? Não sei, porque não fui eu a escolher a minha vida. Estou simplesmente aqui porque sim. Não sou respeitada e isto faz-me ver que não ganho nem perco nada. Ou será que perco? Bem, perderia o sorriso das pessoas que cá entram pela primeira vez. E ganhar, ganho insultos, mas também o esforço daqueles que serem ser os melhores.
Apesar disto tudo de uma certa forma não deixo de imaginar o mundo à minha volta.
Depois começo a chorar e apetece-me largar tudo e sair mundo fora.
Mas assim seria egoísta e por isso fico, só sei que não irei cá ficar para sempre, porque um dia irei desaparecer. Mas felizmente ficarei na memória daqueles que por cá passaram a até daqueles que sempre quiseram a distância. Mas não faz mal.
Sei que p’ra algo servi assim posso ir-me contente e levarei na memória todos que um dia olharam para mim e disseram:
“Um dia irei cá entrar e ser um dos melhores”.
E digo aos que estas palavras disseram estão guardados no meu pequeno coração.

 

 

publicado por Paulo Condesso às 21:10
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5º Classificado

5º Classificado

Texto nº 5
Titulo: Uma grande Árvore
Tiago Alexandre F. Batista Jorge
17 Pontos
 
 
Um dia entrei na escola EB 2-3 Bartolomeu Dias, em Sacavém.
Vinha acompanhado pelos meus pais, mas a 1ª impressão não foi lá muito boa! Parecia ser uma escola cruel, dura, fria e sem pessoas em quem confiar.
O meu 1º dia de aulas, juntamente dos meus colegas, foi embaraçoso e lastimoso.
Mas eu e os meus colegas nunca baixamos os braços e tentamos sempre estar todos unidos e logo desde o início criar uma grande amizade jamais indestrutível.
Os intervalos, por vezes, pareciam não ter fim, nunca se fazia e nada se conversava! Até que um dia eu e o meu melhor amigo João tivemos uma ideia baseada numa série televisiva da televisão que se cahamava os feiticeiros e que n´so adorávamos, construir uma ‘base’, dando asas á nossa imaginação e fazendo dela o nosso intertem para quando não tívessemos aulas e para os intervalos livres.
Mas logo um milhão de questões se colocaram e debateram sobre aquela nossa ideia: Como?, Onde?, Com que instrumentos, entre muitas outras…
Havia uma árvore que se localizava precisamente ao lado do Pavilhão B. Era uma arvora que para mim me transmitia muita paz, felicidade, alegria, harmonia, etc…
Os dois chegamos á conclusão que iria ser aquela árvore a eleita para a nossa futura base.
Logo começamos por arranjar mais amigos para aquele nosso pano, de entre os quais: o Paulo e mais tarde a Inês e a Marlene. Tínhamos como ajudantes a Jessica, a Ana Filipa e etc…
Começamos por fazer umas escadas, utilizando paus que arranjávamos, pois aquela árvore era ligeiramente inclinada e as terras que por ela passavam estavam inclinadas, de tal madeira que umas escadas iriam facilitar uma rápida subida.
Uns traziam água, pois a areia estava bastante seca, outros escavavam e outros limpavam a própria árvore.
A árvore, para mim, era como se fosse um grande amigo ou uma grande conselheira.
Por vezes a natureza não era muito nossa amiga e com as chuvas e os fortes ventos, destruía quase tudo o que nós teríamos feito, mas nós, com uma grande estima á árvore, refazíamos e voltava-mos a fazelo.
Já lá ía o 5º ano e nas férias sentia-se bastante a falta da árvore!
Quando chegou o 6º ano, tivemos todos de por mãos à obra, pois havia muito por fazer!
Foi nesse ano que um grupo de rapazes com idades semelhantes ás nossas que souberam do nosso plano e inventando pertencer á associação de pais para combater contra os alunos destabilizadores, invocando a razão de mandarem, tiraram-nos de lá á força!
Achamos bastante injusto mas não nos queríamos envolver em brigas e resolvemos encontrar outra ‘base’.
Eu encontrei logo mais três situadas por de trás do pavilhão C. Duas eram árvores mas totalmente diferentes da última e a outra base era o canto da escola, por estar com ervas muito grandes e por ter pedras lá por perto, pensamos em reconstruir aquela zona!
Reconstruímos mas as saudades eram tantas que tivemos que ir á luta e á conquista daquela árvore que todavia ainda nos pertencia. Chegamos lá e resolvemos logo o assunto, os rapazes pensaram no mal que tinham feito em ter mentido, pediram desculpas e foram-se embora.
Voltamos a fazer o mesmo, mas eu e o João começamos, então, a fazer a nossa brincadeira e adorávamos!
Por vezes, tínhamos uma grande amiga nossa cujo nome era Lúcia que também brincava connosco, também a Marlene, a Inês e o Paulo.
Chegamos ao 7º ano e fazíamos o mesmo mas chegou o 8º ano e as coisa mudaram de sentido: já éramos mais crescidos e começamos a desinteressarmos pela reconstrução e pelas brincadeiras que nela fazíamos.
Com muita pena minha, no 9º ano, vindo uma grande rajada de vento, a árvores não resistiu e caio, sendo posteriormente cortada.
Para mim a árvore estará sempre no meu coração, tantos nos momentos bons que lá passei como nos momentos menos bons!
Era uma grande árvore!

 

publicado por Paulo Condesso às 21:08
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6º Classificado

6º Classificado

Texto nº 9
Titulo:Podia ter sido um erro
Elisabete Cabral
15 Pontos

 

 

Tenho que confessar que, quando vim para esta escola, fiquei com um bocado de receio. Até senti medo, não só por causa da fama que a escola tinha de ser muito violenta, mas também porque tinha vindo à pouco tempo do Algarve e cá não tinha conhecido ainda ninguém. Pensei até em matricular-me noutra escola, mas, para minha sorte, a minha irmã quis a todo o custo ficar nesta e, como tínhamos de ficar na mesma escola, fui obrigada a ficar.
Agora passados quatro anos sei que foi o melhor que me podia acontecer.
No quinto e no sexto ano fiquei numa turma muito boa todos éramos amigos e dávamo-nos bem. Para dizer a verdade, às vezes havia algumas discussões entre nós, mas com um pouco de conversa tudo voltava ao normal.
O melhor de tudo é que os nossos professores nos elogiavam por sermos a melhor turma, a mais calma.
Algum tempo depois já eu me dava bem com as empregadas da escola, com os professores e até com alguns alunos de outras turmas. Também no meu quinto e sexto ano foram os anos para as aventuras e para tristezas para começar os meus amigos foram embora, tive algumas paixões e conheci pessoas novas.
Agora no oitavo ano contínuo com alguns amigos, também ganhei novos amigos. Após quatro anos sei que esta escola foi a melhor em que eu já andei.
Nestes anos aprendi que tudo o que dizem nem sempre é verdade, pois dizem que a escola é a pior do país e na realidade se viajarmos pelo resto do Portugal descobriremos piores escolas. Mesmo com as poucas condições que esta tem é muito boa. No fim deste tempo todo, a minha timidez e o meu medo desapareceram por completo.

 

publicado por Paulo Condesso às 21:06
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7º Classificado

7º Classificado

Texto nº 13
Titulo:Um pedaço de mim
Catarina Alexandra Mestre
13 Pontos
          
            Em Setembro de 2003 conheci a escola que ainda hoje frequento.
            Vinda da primária, entrava agora no 5º ano, numa escola contestada por muitos, por ter alunos indisciplinados e por não ter grandes condições.
            Ao longo destes anos reconheci que tinham razão quando o diziam, mas nada é perfeito. Por mais problemas que esta escola possa ter, eu sinto-me muito bem nela.
            Não há só alunos desinteressados nesta escola e mesmo esses são mais criticados, que o que merecem.
            Na Bartolomeu Dias passei grandes momentos, fiz novas amizades , e aprendi muito, não só nas aulas como também nos intervalos com os meus colegas.
            Infelizmente este ano é o ultimo que aqui estou e só de pensar em tal coisa já fico com ma lágrima no canto do olho.
            Quando, em Junho, chegar o ultimo dia de aulas que terei nesta escola, irei recordar-me de todos os momentos que vivi:
Maioritariamente felizes, mas também alguns menos agradáveis.
            Nunca me irei esquecer dos professores, dos auxiliares, dos meus colegas, dos intervalos em que convivemos uns com os outros, das danças que alguns alunos fazem, juntando á sua volta toda a escola… até os momentos de confusão deixarão saudade.
            Podem tentar rebaixá-la mas este estabelecimento de ensino não tem que ser só conhecido por ser problemático, aqui alunos de culturas e etnias diferentes convivem, trocam opiniões, são felizes!
            O Bartolomeu Dias marcou-me e recordá-la-ei sempre, pois nele está um pedaço da minha vida.

 

 

publicado por Paulo Condesso às 21:04
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8º Classificado

8º Classificado

Texto nº 24
Titulo: A escola
Lucileyd Jordão
12 Pontos
Vou á escola aprender a ler,
A somar, contar e também escrever,
Eu já sei que 1+1 são dois,
Pois mais eu vou saber.
Gosto de falar bem
Gosto de escrever bem
Gosto de ler livros
Gosto de imaginar, de criar, de fantasiar
De declarar, de representar e de contar.
A escola é um meio de comunicação
A escola é um caminho mais fácil,
Mais certo e mais divertido.
As aulas começam aqui estou eu…
A folhear a procura concretizar os TPCs
Estou na escola para estudar para
Arranjar um bom futuro. Posso ser
Agricultor ou gestor
Notário ou operário
Costureira ou hospedeira
Motorista ou electricista
Aquele que estuda é o estudante
Aquele que não tem trabalho é o desempregado.
Por isso estudem se quiserem ser alguém
Na vida,
A escola é o melhor caminho.

 

publicado por Paulo Condesso às 21:03
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9º Classificado

 

9º Classificado
Texto nº 17
Titulo:O Começo
Ana Sofia Miguel da Silva
8 Pontos

 

          Acabada a 4ª classe que escola devia escolher? A minha irmã aconselhou-me a Bartolomeu pois já a tinha frequentado, e apesar de tudo, dizia sempre que era uma boa escola!
            Lá fui!
            O primeiro dia na escola foi a apresentação, lá vi pela primeira vez aqueles que viriam a ser os meus actuais amigos. Gostei logo da Daniela; simpática, querida e educada.
            Os dias seguintes foram talvez, os mais difíceis; tinha de me habituar á escola, conhecer pessoas e hábitos diferentes.
            Apesar de difíceis foi uma boa experiencia.
            Depois foi a altura dos testes: Nunca tinha tido tantos para fazer em tão pouco tempo! Mas, como tudo superei e os meus pais ficaram contentes.
            A meio do ano já me tinha apercebido que a minha irmã tinha razão. Às vezes lá havia uma briga ou outra, mas os adultos mantinham os ânimos no lugar.
            Este ano começaram os clubes de teatro e de pintura, por exemplo.
            Eu gostei logo de tudo, mas depois de conversar com a minha mãe , optei pela pintura .
            Não estou arrependida, a animadora Carla Reis é muito simpática e amiga. No clube temos um grande placard que foi posto ao pé do campo para todas as terças pintarmos um bocadinho.
            No outro dia ouvi a minha mãe dizer que estes projectos eram muito bons para todos os meninos. Acho que ela tem razão.
            Agora lembrei-me: antes a minha turma do 5º ano falava muito durante as aulas, acho que era por não estarem habituados ao tipo de aula. Agora já estamos todos mais caladinhos para ouvir os professores. Se calhar já devíamos ter crescido um bocadinho! Afinal de contas a escola é para isso mesmo: crescer e até agora tem feito bem o seu papel.
            Com esta conversa toda só quero dizer que eu e a minha escola temos uma boa relação, somos amigas.
publicado por Paulo Condesso às 21:01
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10º Classificado

10º Classificado

Texto nº 8
Titulo:Uma aventura na escola
José Luis Simões Condesso
6 Pontos

 

 

Certo dia, eu tinha chegado á escola como sempre em cima da hora e vi três sujeitos vestidos de preto dentro de uma carrinha também ela preta…Quando estava na aula de História, espreitei pela janela e vi um senhor a falar com o porteiro e também segurança da escola, viro costas no final da aula espreito novamente e vejo-o caído no chão inconsciente, digo logo ao professor…
Á hora do almoço com o refeitório cheio estou cá fora com dois amigos meus: Miguel e Francisco, entram na escola os três homens que tinha visto á entrada mas agora encapuçados e dirigem-se para o refeitório, ouvem-se gritos talvez elo pânico:
-E agora!? -digo eu para o Miguel apertado pela esfregona na despensa, escondido.
-Liga para a polícia…
E assim o fiz… Ainda não tinham chegado, depois de ouvir o primeiro disparo, espero bem que tenha sido para o ar, decidi agir, e fui perguntar ao Francisco se tinha alguma ideia:
- O que fazemos?
-Não sei…- disse o Francisco - espera e se entrássemos pela ventilação?!
-Boa ideia…- respondeu o Miguel - Então vamos!
E lá fomos nós… Quando chegámos ao fim telefonei a um amigo meu para dizer aos outros que estavam presos para, nos ajudar. Mas aconteceu um imprevisto a porta da ventilação abriu e Miguel caiu, o raptor  agarrou-o logo depois numa tentativa desesperada de tentar salvar o Miguel o Francisco saltou bateu no raptor mas também foi preso, eu lá em cima sem saber o que fazer ouvi chegar a policia , fui falar com eles:
- Vamos fazer assim eu vou pela ventilação e distraio os raptores e vocês entram em acção, OK?!
-OK!
E assim fizemos, conseguimos prender os raptores que depois se veio a saber que eram três antigos alunos que tinham sido expulsos, quanto a um aluno que tinha sido baleado na perna recuperou facilmente.
E nós fomos homenageados na festa de final de ano organizada pala Associação de Pais. Os três raptores foram depois de seis meses de cadeia para uma escola profissional e vieram a ser grandes homens!

 

publicado por Paulo Condesso às 20:59
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11º Classificado

11º Classificado

Texto nº 11
Titulo: Coisas para lembrar e coisas para esquecer
Amila Cardoso
5 Pontos

 

 

Era o primeiro dia de aulas e Joana estava sentada na sala de aulas a ouvir a professora quando de repente:
Ah! Ah! Uma aranha! – gritou ela , quando afinal eram os colegas que tinham colocado uma aranha de plástico para assustá-la. Além de envergonhada, a professora também ficou chateada com ela. No intervalo, a sua colega Nádia foi ter com ela e sujou o seu vestido preferido.
Quando estava a ir para casa chateada consigo mesma pisou uma poça de água e manchou os sapatos novos acabadinhos de comprar.
Quando chegou a casa descobriu que perdeu a chave e por isso ia ficar na rua. Ela não tinha muitos amigos pois havia-se mudado á pouco tempo.
Quando os seus pais chegaram ralharam-lhe porque souberam do que havido acontecido na escola, que perdeu as chaves e ainda estava toda completamente suja.
Ela pediu aos seus pais para sair, e eles deixaram foi dar uma volta quando foi assaltada.
Foi fazer queixa á polícia e os seus pais foram buscá-la à esquadra.
Quando chegou a casa lembrou-se de que havia uma festa, ela não estava com nenhuma disposição para festas.
Naquela festa estava um rapaz, o Jorge ela mal o viu ficou apaixonada, mas quando foi falar com ele, ele disse-lhe que já tinha namorada.
Na escola quando Nádia foi falar com ela convidou-a para passar a noite na casa dela e conhecer algumas pessoas. Ela aceitou o convite e foi.
Á noite ela passou uma noite tão agradável que pensou: ”hoje foi um dia para esquecer”, correu-me tão mal , mas há coisas e coisas.
Coisas boas e coisas más.
Coisas para lembrar e coisas para esquecer.

 

publicado por Paulo Condesso às 20:57
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12º Classificado

12º Classificado

Texto nº 12
Titulo:Eu na Bartolomeu Dias
João Neves Catarino
5 Pontos
 
Dia 15 de Setembro de 2003, vou entrar para o 5º ano, a turma era praticamente igual à da primária. O inicio foi um pouco atribulado de inicio não tinha professor de português nem de matemática e tive três directores, também fui delegado de turma. O ano foi bastante calmo à excepção do final, era a penúltima sexta- feira de aulas, nunca percebi bem o que tinha acontecido, acho que foram umas pessoas que entraram na escola, depois uma quantidade de gente à luta e a polícia atrás de tudo e de todos.
Aí percebi o que as pessoas diziam sobre a escola, o que não era nada comparado com o que se diz hoje, apesar de na altura a violência ser bem mais do que agora.
Dia 15 de Setembro de 2004, era o meu segundo ano nesta escola. Este ano “começou bem”, com uma manifestação dos pais contra a violência na escola, a verdade é que nesse primeiro mês deste ano notei muito mais a violência do que em todo o ano passado. A minha directora de turma “falava pelos cotovelos” de tal forma que uma das reuniões de pais começou às 18:30 e terminou às 21:30. No final do ano, a professora de português começou a faltar passado um tempo via-a na televisão pois a sua mãe tinha morrido por negligência num hospital.
Dia 1 de Outubro de 2005, este ano começou muito bem pois só começou duas semanas depois da data prevista.
Nesse ano venci o inter-escolas em andebol. O” professor-alvo”este ano foi o professor de Educação Tecnológica , pois no total do ano só deu seis aulas à minha turma. Na minha opinião este foi o ano em que se notou mais a violência.
Dia 15 de Setembro de 2006, ao contrário do anterior este foi de todos o ano mais calmo, foi o ano em que começaram as aulas de substituição e houve uma greve em protesto contra elas, na qual eu participei mais por mera brincadeira mas só faltei a uma aula.
Dia 15 de Setembro de 2007, até agora tem corrido tudo bem mas o ano ainda não acabou, o pior vai ser os exames nacionais.
Sou um finalista nesta escola por isso assisti ao desenvolvimento da mesma e por isso também sei que a violência tão falada na escola tem vindo a diminuir, no meu 5º ano era maior mas era muito mal falada e por isso não se notava, a Associação de Pais tem tido um papel importante pois” lutou” contra a violência e também fez muito pela escola desde estas iniciativas até à festa de final de ano.
Para terminar só quero dizer que adoro esta escola.
publicado por Paulo Condesso às 20:56
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13º Classificado

13º classificado

Texto nº 28
Titulo:O meu primeiro dia de aulas
Marlene Sofia Vinagre Gil
3 Pontos

 

           Cá estou eu para mais um ano lectivo, mas este ano é muito diferente, pois é neste ano lectivo que vou mudar de escola.
            Vou conhecer um mundo completamente diferente daquele a que estava habituada, vou fazer novos amigos, vou conhecer uma escola que desconhecia, vou conhecer novos professores ou seja, vou mudar completamente a minha vida.
            È hoje! Chegou o grandioso dia em que vou conhecer a minha nova escola… apesar de já ter ouvido falar dela estou ansiosa pois não sei o que me espera, se vou fazer amigos, se me vou dar bem com os novos professores …
            Cheguei á entrada da escola e o que é que eu vejo?!
            Os meus colegas todos do ano passado, mas depois de os ver bem vejo que me falta uma pessoa … é a Sofia a minha melhor amiga, o que é que lhe terá acontecido? Ela não disse nada… será que está tudo bem?
            Fiquei então numa imensa angústia até ao final das aulas, pois não tinha como a contactar. Bom, lá entrei na escola e fiquei deslumbrada … era tudo muito bonito!
            Tinha acabado o primeiro dia de aulas e eu não tinha tido notícias da minha amiga. Decidi então telefonar-lhe mas sem êxito, ninguém atendeu.
            Passaram-se uns dias de escola até que eu tive notícias da Sofia. Recebi uma carta dela a dizer que tinha ido para outro país.
            Fiquei muito triste como se tinham passado as coisas, mas tentei conformar-me com a notícia.
            Ambientei-me muito bem a nova escola fiz novos amigos e cada dia que passava tinha mais interesse em apreender coisas novas.
            Até que chegado o ultimo dia de aulas eu estava muito nervosa, não sei porquê, mas tinha um pressentimento de que algo de bom ia acontecer.
            E como eu pressentia e bem, o que aconteceu foi que a minha amiga Sofia, tinha voltado para ao pé de mim.

 

publicado por Paulo Condesso às 20:54
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14º Classificado

14º Classificado

Texto nº 21
Titulo: Eu e a minha Escola
João José Varela Tavares
1 Pontos
 
            Nasci em Cabo Verde e lá vivi até aos 12 anos. Andei na escola em Cabo Verde até ao 5º ano de escolaridade.
            Vim para Portugal para fazer tratamento, pois estava doente do coração.
            A minha mãe matriculou-me na Escola Bartolomeu Dias , que é a escola onde eu pertenço , pois moro em Sacavém .
            Quando cheguei a esta escola acharia que era muito boa, passado algum tempo já não pensaria assim, pois os colegas são maus, não tem regras e fazem coisas erradas. Em Cabo Verde não deixariam, quando nos portávamos mal os nossos pais eram responsabilizados, nesta escola não, não tem regras para os pais e os filhos fazem o que querem.
            Este ano a escola melhorou, gosto mais de cá estar.
            Gosto de fazer desporto. O ginásio da escola é muito bom e bonito. Tem uma biblioteca muito boa. Alguns professores são bons, ou seja , são simpáticos ajudam os alunos.
            A escola ficaria mais alegre se fosse pintada com outras cores, pois tem cores estranhas.
            O que gosto muito é da escola ter árvores no recreio.

 

 

publicado por Paulo Condesso às 20:53
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15º Classificado

15º Classificado

Texto nº 19
Titulo: Eu e a minha história na escola
Valter Mendes Salvador
0 Pontos

 

 

 

Olá! Eu chamo-me Valter estou no 8º ano e estudo na escola Bartolomeu Dias.
            Eu comecei a estudar nesta escola no 5º ano e agora estou no 8º.
            Antes de entrar nesta escola ouvi-a muitos comentários á cerca dela , ouvia dizer que esta escola “Bartolomeu Dias” era uma escola com muitos problemas em termos de comportamento dos alunos , diziam que os alunos andavam sempre á pancada uns com os outros.
            Por ouvir estas informações eu não queria vir estudar para esta escola.
            Mas tive mesmo que vir estudar para cá, porque nas outras escolas não me aceitaram porque erma muito longe da minha casa, então tive que vir estudar cá por ser a escola mais perto da minha casa.
            Quando comecei a estudar nesta escola, no 5º ano reparei que não era assim tão má como ouvia dizer.
            Havia alguma verdade nas informações que ouvira, como o facto de os alunos andarem sempre á pancada. Mas isso não importa porque eu não gosto de entrar em confusões, e nem me metia nisso até tentava ficar o mais longe possivél das confusões.
            Passaram alguns anos. Passei para o 6º e 7º anos mas tive azar porque chumbei no 7º ano, mas consegui recuperar e agora estou no 8º ano.
            As confusões na escola também tem vindo a acalmar á medida que os anos foram passando, agora a “Bartolomeu Dias” é uma escola normal como as outras porque já não há confusões como antes, assim podemos estudar com mais tranquilidade. E eu agora , a única coisa em que penso é estudar para nunca mais chumbar porque eu quero tirar um bom curso, curso de electricista. Sei que vou sair desta escola daqui a dois anos mas até lá vou aproveitar o máximo.

 

publicado por Paulo Condesso às 20:50
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Texto nº 1

Texto nº 1

Titulo: Pensamentos de Adolescente
Marco António Baltazar dos Santos

 

 

Bem cedo me levanto
Com a mente sempre aberta
Escola minha aí vou eu
Que a “Prof.” é sempre certa.
 
Sempre que chego
Em mim a alegria desperta
É o sentimento que me invade
Mal a porta é aberta.
 
Uma escola como a minha
Está cheia de profetas
Era bom que eu no futuro
Leccionasse uma disciplina destas.
 
É a minha segunda casa
Cada cadeira uma disciplina
Onde desenvolvo o pensamento
E há alguém que me ensina.
 
Em cada sala há um quadro
Que vale tanto como o ouro
Quando se apaga a matéria
Lá se vai o meu tesouro.
 
E no meio de tudo isto
Apaixonei-me por uma menina
Digo-vos meus senhores
É de subir a adrenalina.
 
Os dias vão passando
Notando eu evolução
Embora sempre controlado
Por alguém que me chama à razão.
 
Já passaram dois períodos
Ainda não estou aliviado
Falta ainda o principal
E não vou ficar parado.
 
A escola é o meu refúgio
O tema da minha canção
Procuro ter o cuidado
De a incluir na minha oração.
 
De Segunda a Sexta lá vou eu
Todos os dias sabendo
Que com esforço e trabalho
Algo sempre aprendo.
 
É ela que me guia
É ela que me acolhe
Enquanto os pais lutam
Para que eu não me molhe.
 
Convívio, aprendizagem,
Discussão e amizade,
Sentimentos marcados
Por alguma crueldade.
 
Aqui na minha escola
Há mentira e há verdade
É igual a muitas vidas
Quando se atinge a idade.
 
Uma coisa vos digo:
A escola é uma bênção,
Tenho a certeza que no fundo,
É aquilo que todos pensam.

 

publicado por Paulo Condesso às 20:48
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Texto nº 7

 

Texto nº 7
Titulo: Vou para a escola!
Inês Filipa Ferreira Costa

 

 

Corro alegre pela rua, quase voo de tanta alegria, nos pés descalços já não sinto o frio e muito menos a dor que antes sentia ao correr sobre as pedras do caminho.
Levo vestido o melhor fato que tenho, embora já curto e ruído pelas traças eu gosto dele, lembra-me a minha avozinha, pois foi ela quem mo fez, na mão trago um pequeno caderninho já usado e um lápis, que estavam guardados no armário que eu costumo chamar o armário dos tesouros.
Será que falta muito para conhecer mais meninos como eu, mais pessoas crescidas?! Será que falta muito para chegar à escola?!
Quando crescer gostava de ser médico, para ajudar os meninos doentes que não podem vir á escola ou então professor, para nunca mais sair deste meu sonho, a escola.
Sinto-me tão contente, mas ao mesmo tempo nervoso e triste, às vezes pareço um adulto, sempre muito confusos e complicados, como é que posso estar triste e contente ao mesmo tempo? O certo é que estou. Contente pois finalmente vou para a escola para me tornar crescido e poder ajudar o meu pai e fazer aquilo que eu quero naquilo que a minha mãe diz chamar-se futuro, e triste porque a Luana, a minha melhor amiga, cria vir comigo para a escola, ela também quer aprender, mas os pais não deixaram dizem que ela tem de ficar em casa a ajudar a mãe, pois é aí que ela faz falta, coitada, ficou tão triste! Mas hoje quando eu voltar da escola vou ter com ela, prometi-lhe que lhe contava como é a escola e lhe ensinava tudo o que aprendesse.
Estou quase a chegar! Já estou a ver mais meninos, mas não há nenhuma menina, será que não querem vir ou os pais não deixaram como os da Luana?! Eu quero crescer, mas não quero ser como os adultos, nunca se divertem, andam sempre a trabalhar.
Olha! O Arnaldo também ali vai, vou tentar apanhá-lo, pode ser que ele me apresente o resto dos meninos que vão com ele.

 

publicado por Paulo Condesso às 20:45
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Concurso Literário - Resultado Final

Resultado Final

Todos os textos podem ser lidos clicando no titulo do texto
1º Classificado
Texto º 2
Titulo: Também tenho dias…
Marco António Baltazar dos Santos
68 Pontos
 
2º Classificado
Texto nº 30
Titulo: Retalhos de uma escola
Ricardo Jorge Da Cunha Delgado
61 Pontos
 
3º Classificado
Texto nº 6          
Titulo:O Sonho
Inês Filipa Ferreira Costa
32 Pontos
 
4º Classificado
Texto nº 10
Titulo:Eu e a minha Escola
Analde Marlene Cardoso
21 Pontos
 
5º Classificado
Texto nº 5
Titulo: Uma grande Árvore
Tiago Alexandre F. Batista Jorge
17 Pontos
 
6º Classificado
Texto nº 9
Titulo:Podia ter sido um erro
Elisabete Cabral
15 Pontos
 
7º Classificado
Texto nº 13
Titulo:Um pedaço de mim
Catarina Alexandra Mestre
13 Pontos
 
8º Classificado
Texto nº 24
Titulo: A escola
Lucileyd Jordão
12 Pontos
 
9º Classificado
Texto nº 17
Titulo:O Começo
Ana Sofia Miguel da Silva
8 Pontos
 
10º Classificado
Texto nº 8
Titulo:Uma aventura na escola
José Luis Simões Condesso
6 Pontos
 
11º Classificado
Texto nº 11
Titulo: Coisas para lembrar e coisas para esquecer
Amila Cardoso
5 Pontos
 
12º Classificado
Texto nº 12
Titulo:Eu na Bartolomeu Dias
João Neves Catarino
5 Pontos
 
13º classificado
Texto nº 28
Titulo:O meu primeiro dia de aulas
Marlene Sofia Vinagre Gil
3 Pontos
 
14º Classificado
Texto nº 21
Titulo: Eu e a minha Escola
João José Varela Tavares
1 Pontos
 
15º Classificado
Texto nº 19
Titulo: Eu e a minha história na escola
Valter Mendes Salvador
0 Pontos
 
Outros Textos que mereceram destaque
(Estes Textos apesar da sua qualidade, foram considerados os segundos textos dos autores tendo sido excluídos da votação final.)
 
Texto nº 1
Titulo: Pensamentos de Adolescente
Marco António Baltazar dos Santos
 
Texto nº 7
Titulo: Vou para a escola!
Inês Filipa Ferreira Costa

 

publicado por Paulo Condesso às 20:43
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Fotos da Entrega dos Prémios

Foi divulgada a classificação  e entregues os prémios durante a grande Gala 2007/2008

 

Os troféus foram entregues pelos elementos do Juri.

 

Todos os 15 finalistas receberam um troféu e um Livro oferecido pela Camara Municipal de Loures.

o 1º Classificado recebeu uma PSP

o 2º Classificado recebeu um MP3

e o 3º classificado recebeu um saco desportivo

 

Parabéns a todos os participantes

 

Fotos da Iniciativa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Júri deste concurso foi composto pelos seguintes elementos:
 
Ricardo Leão – Vereador da Educação da Câmara Municipal de Loures
Dr. Moura Brito – Presidente da Assembleia de Freguesia de Sacavém
António Ferro – Presidente da Assembleia de Freguesia do Prior Velho
Dr.ª Piedade Parente – Presidente do Conselho executivo da Escola
Dr.ª. Maria de Jesus Romão – Professora de Português da nossa escola
Carlos Cardoso – Director do Jornal o Triangulo
Acúrcio Marques – Artesão/ Animador cultural de Sacavém
Pedro Costa – Membro da Associação de Pais.
 
Ficam desde já os nossos agradecimentos a todos os que colaboraram com esta iniciativa.
publicado por Paulo Condesso às 20:00
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